Joias preciosas da Boca do Lobo

Aparador Diamond verde-esmeralda

O novo aparador Diamond, pintado de verde -esmeralda, promete causar furor no universo do design de interiores, uma vez que é uma das tendências de cor mais quentes para 2013. Tal como o Diamond ametista, ele possui três portas altamente esculpidas levando a um interior revestido a folha de ouro composto por uma prateleira e duas gavetas. O exterior desta exclusiva peça é agora apresentado em folha de prata terminada num tom de verde-esmeralda translúcido com verniz de alto brilho. E, em vez dos emblemáticos pés com cabeças de leão, o novo Diamond apresenta uma base feita de mogno revestida a espelho bronze. Marcenaria, talha e envernizamento são algumas das técnicas utilizadas neste móvel.

Outra novidade é a nova versão do armário Pixel, que ganhou um requintado toque geométrico art-déco. O armário apresenta-se agora mais espaçoso, composto por duas partes individuais, separadas por um painel em acrílico polido. Dentro da parte superior, existem quatro gavetas decoradas com puxadores em ouro. A peça ainda é composta por 1.664 triângulos de alumínio anodizado.

 Os novos e exclusivos projetos transmitem a filosofia da Boca do Lobo Design em interpretar o desejo do consumidor moderno criando produtos diferenciados de decoração.

 
A grife fica em Portugal e está negociando com uma loja em São Paulo para representar a marca por aqui. Mesmo assim, entrega em todo o mundo. Contatos pelo e-mail info@bocadolobo.com ou no site www.bocadolobo.com.

Armário Pixel

Continue Reading

Coleção de móveis ‘Híbridos’

Híbridos. Este é o nome desta coleção assinada pelo artista plástico e designer José Marton, executada e distribuída pela Allê Design (marca do grupo Componenti, de Bento Gonçalves, no Rioa Grande do Sul).

Basta observar o desenho, para ver que as peças têm padronagens únicas. A linha Híbridos, que deriva da série Entrelinhas, patenteada por Marton, usa como matéria-prima o metacrilato listrado, que remete à estamparia têxtil, e destaca-se pela padronagem exclusiva de cores que nunca se repetem.

“Esta coleção busca aproximar dois movimentos muito importantes da nossa história, que são o Colonial Brasileiro e o Modernismo. Um apresenta o excesso, o outro a simplicidade”, afirma Marton, que confronta o diálogo entre os dois movimentos culturais buscando o equilíbrio das formas no mobiliário e luminárias. Entre as novidades estão peças que misturam tons vibrantes com um efeito translúcido.

Tais móveis foram lançados na 100%Design de Londres, o que rendeu críticas mundo afora. Recentemente, a coleção “Híbridos” também apareceu em peças inéditas e exclusivas, no Salão Design São Paulo, realizado mês passado na capital paulista.


Continue Reading

Improviso por Diogo Giácomo Tomazzi – de SC para SP

Por esta e tantas outras coisas que amo visitar SP. Tive que ir até a capital paulista para conhecer um conterrâneo, de Itajaí, minha cidade natal. Por indicação de uma colega, a Marina Baldini, da Cor Galeria, que acaba de estrear novo point na SC-401, em Florianópolis, fiquei sabendo do trabalho do arquiteto, atualmente designer de mobiliário, Diogo Giácomo Tomazzi. Ele está de vento em popa em Sampa. Obaaaaaa!!!! É um prazer imenso poder dizer isso.

Diogo participa do projeto “o curador”, uma sacada de Ivan Hurtado, proprietário da loja de design Coletivo Amor de Madre, de São Paulo. É uma loja especializada em mobiliário e objetos para casa. Nesse projeto, o empreendedor convida designers ou artistas para mostrarem seus trabalhos de caráterconceitual e experimental, sem preocupação com algum estilo ou linguagem. O mais importante é a ideia por trás das peças, a intenção do designer/artista. 

O catarinense entrou no projeto e criou a linha chamada Improviso, isso porque  ele reutilizou materiais inusitados, às vezes, pouco valorizados, para suas criações.

O Banco Mendigo, por exemplo, usa estrutura encontrada no lixo pelo designer. No caso do bar Esquenta, Diogo diz que utilizou um carrinho de feira.

As peças foram criadas de forma  intuitiva, a partir da observação de objetos e materiais disponíveis, que Diogo tinha à mão. Cada peça tem um estética singular, mas todas elas estão conectadas pela mesma linha de raciocínio, segundo Diogo Giácomo.

 Para ele, esse projeto foi um laboratório. Ele conseguiu criar peças com o máximo de efeito estético e  com o mínimo de recursos. “A sustentabilidade, termo tão utilizado nos dias de hoje, não foi um ponto de partida, mas uma consequência. Trabalhei com contrates, a estética do improviso e do imperfeito, ou seja, explorei ao máximo a materialidade de cada peça, a característica de cada material ficaram evidentes sem nenhuma “maquiagem” para cobrir imperfeições. Foi um exercício, e isso não quer dizer que só faço projetos conceituais, esta forma de pensar pode ser levada para a indústria produzir mais com menos”, diz.

Muito bem dosado! Boas ideias, boas criações!

Algumas imagens dos produtos da coleção Improviso por Diogo Giácomo Tomazzi.

Nesta terça, mais sobre as peças de Diogo Giácomo Tomazzi na edição do caderno CASA NOVA encartado no Diário Catarinense.


Continue Reading