A arteira…

Ando meio fazendo as mãos de uma artista ou artesã, se assim posso dizer, inventando e criando coisinhas para a minha casa.
Estes dias mesmo, fui no super e dei de cara com uns banquinhos de madeira com preços animadores.
Tipo: ou leve agora ou nunca mais. Eles, ao natural, não são lá estas coisas, mas comprei quatro peças ( dois no tamanho médio, um alto e outro pequeno) e dei- me o desafio de transformá- los. Poucos dias depois, fui comprar as tintas para iniciar a minha arte caseira. Animação pouca é bobagem. Numa semana, pintei todos e eis que outra ideia veio à cabeça. Decidi forrar os assentos com alguma espuma – para deixá- los mais confortáveis – e tecidos estampados, para dar uma carinha mais de ‘ Jana’ aos novos banquinhos. Amei a brincadeira, o resultado ( aliás, numa outra oportunidade mostro para vocês, não agora!) e juro que fiquei empolgada para outras criações.
Não à toa, vivo garimpando soluções reais na internet e, por isso, hoje, resolvi que seria legal dividir com vocês o que tenho encontrado por aí. Não que sejam novidades, mas de certa forma me tocaram e fizeram eu ter aquele estalo: como não pensei nisso antes? Nesse outro papel, que não o de jornalista, confesso o quão bem tem me feito pensar no que sou capaz.
Brincar com arte tem sido uma terapia.

Prateleira de TÁBUAS E CINTOS. Madeira a gente encontra fácil e pode ainda dar uma estilizada com alguma textura. Quanto aos acessórios, sempre existem aqueles dos quais queremos nos desfazer

De tantas ideias legais que saltitam por aí com o reaproveitamento destas CAIXAS DE FEIRA, tá até difícil conseguir uma. Antes, se pedíssemos ao feirante ou no mercado, eles davam. Agora, vendem. Já vi exemplos de sapateiras, biblioteca, mesinha de centro, porta- revista, porta-louças… Na onda do reaproveitar, as caixinhas estão com tudo pela versatilidade no décor / Foto: Reciclagem, Jardinagem e Decoração

Que tal? GARRAFAS REUTILIZADAS dão lugar a uma luminária diferente. Esta peça, especificamente, foi criação da arquiteta Greice Magadan para o showroom da Casa Brasileira, em Bento Gonçalves (RS). A ideia com esta nova marca de móveis planejados da Unicasa é traduzir para o mobiliário os regionalismos do Brasil. A previsão é de que a primeira loja abra as portas no Rio de Janeiro em até 45 dias. E Florianópolis deve contar com uma loja até o final deste ano / Foto: Casa Brasileira, Roberto Majola, Divulgação

Adoro TECIDO NA DECORAÇÃO, principalmente revestindo paredes e móveis. Melhor ainda quando a estampa inspira a criação de interiores, como foi o caso deste café na Trompowsvky em Floripa. O tom vibrante de azul e o desenho étnico do tecido waterblock Belize ( coleção 2013 Essências da Vida), da indústria têxtil joinvilense Döhler nortearam o layout deste projeto / Foto: Bolivar Alencastro, Divulgação

 

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Objetos têm novas funções

A arte da transformação do que já foi e não é mais, e agora volta a ser, com criatividade, uma peça original para decoração. Basta olhar estas duas criações do estúdio de design Junktion. O telefone antigo, na mão dos designers, virou uma despojada luminária, e as janelas venezianas de demolição deram forma a cadeiras. O conceito do escritório israelense é reaproveitar o lixo ou objetos que foram descartados e transformá-los em acessórios e até mesmo móveis funcionais.

Telefones antigos viraram luminárias

Venezianas de demolição agora são cadeiras


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Luminária lembra aracnídeo

Esta é a luminária Dear Ingo, design de Ron Gilad (2003) para a grife Moooi.

A peça integra a coleção permanente do Instituto de Arte de Chicago.

Ao olhar, lembramos de um aracnídeo.

O designer combina a mistura de materiais com o jogo estético. Disponível nas cores branca e preta.


Aqui.

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Nuvem para iluminar

No dia a dia elas não são muito bem-vindas. Isso porque costumam aparecer para esconder o sol que ilumina, que aquece. Ao mesmo tempo que as nuvens são capazes de tirar o brilho da luz maior, elas surpreendem naturalmente. Quem nunca teve vontade de tocar numa nuvem? Lembro muito disso quando era criança, quando pensava que as nuvens fossem de algodão. Ou então, quem não ficou horas olhando para o céu e tentou decifrar as formas, os desenhos das nuvens? No céu, quando voamos, da janelinha do avião, é lindo admirá-las no horizonte. As nuvens fazem parte do nosso imaginário.

Já disse outras vezes e acho que para esta criação vale novamente a repetição: “a beleza está nos olhos de quem vê”.

Em vez da sombra, uma nuvem para iluminar. A boa ideia é design de Zhao Liping.

A partir do desenho de uma nuvem a designer criou duas luminárias, uma pendente, que parece flutuar, e outra de teto, com um interruptor para ligar e desligar a peça, que imita uma gota de chuva. No chão, a base repete o desenho da nuvem no alto, como se reproduzisse a sombra.


garimpo encontrado aqui.

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