Juliana Stringhini Ruchita apresenta Introspecções na Galeria Pedra

Depois de estrear a exposição Transborda no Instituto Juarez Machado, em Joinville, e no Museu da Escola Catarinense da Udesc (MESC), em Florianópolis, em 2018, a artista e fotógrafa Juliana Stringhini Ruchita apresenta quatro projetos na mostra Introspecções, que abre dia 10 de abril para convidados na Galeria Pedra, na Casa Quatro Oito, na Capital. A visitação estará aberta ao público no dia seguinte e pode ser vista até 2 de maio.

Fotógrafa há 15 anos, Juliana direcionou, há cinco anos, seu olhar para trabalhos mais artísticos e autorais. Introspecções é um conjunto de obras multimídia que envolve questões de como nos relacionamos com nós mesmos e com o ambiente em que vivemos.

“É um trabalho autoral de um processo interno que vivo. Acredito que a arte contemporânea precisa gerar reação e emoção ao espectador, seja de raiva, alegria, incômodo, rejeição. Essa mostra não se enquadra em um padrão estético plástico”, afirma a artista.

Projeto Movimento que silencia

Graduada no International Fine Arts College, de Miami, nos Estados Unidos, Juliana é uma profissional que já trabalhou com produção musical, dança, moda e fotografia. Nos últimos anos mergulhou em pesquisas mais avançadas para chegar à arte multimídia, com mentoring e curadoria do artista canadense Scott MacLeay.

Introspecções reúne quatro projetos: Ilusão das amarrasMovimento que silenciaNão sou finito (foto de abre do post) e Um estado claro de ambiguidade. A mostra reúne 26 obras de arte, sendo 21 impressões, quatro vídeos e uma instalação.

Projeto Um movimento claro de ambiguidade

SERVIÇO:
O quê: Introspecções, de Juliana Stringhini Ruchita
Onde: Galeria Pedra (Casa Quatro Oito) – Rua João Henrique Gonçalves, 1.005, Canto dos Araçás
Visitação: de 11/04 a 2/05
Horário: de terças a sábados, das 18h às 22h
Entrada gratuita

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Galeria Pedra em Florianópolis recebe exposição de fotografias intitulada 3×3=1

Para comemorar o lançamento de três livros, de três artistas diferentes e complementares sobre três assuntos que envolvem a fotografia, a Galeria Pedra (localizada na Casa Quatro) recebe a exposição 3 x 3 = 1, em Florianópolis. 

Os títulos, recentemente publicados pelo Creative Process, do canadense Scott MacLeay, apresentam os trabalhos dos fotógrafos de novas mídias: Quadrichromie 1978-1988, do próprio Scott MacLeay; Metamorphosis 2013-2017, de Marco Giacomelli (foto de abre deste post), e Viva a Vida, de Lauro Andrade.

A mostra abre no próximo dia 15 de março. No total, serão 11 fotografias expostas e uma instalação.

Quadrichromie 1978-1988, Scott MacLeay

Mestre em Economia pela London School of Economics, Scott deixou o doutorado para seguir carreira em Vancouver, Canadá, em meados dos anos de 1970. Viveu na França e trabalhou em Paris e Nova York por 30 anos, antes de se mudar para Florianópolis, em 2010. Desde então, dedica-se à fotografia autoral, vídeo-arte e criações de novas mídias, além de continuar sua paixão por compartilhar experiências por meio do ensino.

“Durante minha carreira, nunca me interessei em publicar livros meus. Sempre me concentrei em produzir novos trabalhos para exibição. Depois de 40 anos produzindo nas áreas de fotografia, novas mídias e música, o tempo parecia certo para dar uma olhada no material que criei. Tive distância e habilidade suficientes para poder vê-lo sob uma nova perspectiva”, diz Scott, que também é o curador dos livros e da exposição.

A mostra segue em cartaz até 30 de março. Em seguida, no dia 11 de abril, a Galeria Pedra recebe Introspecções, da artista e fotógrafa Juliana Stringhini Ruchita.

Quadrichromie 1978-1988, Scott MacLeay

Sobre as obras

METAMORPHOSIS 2013-2017,de Marco Giacomelli, representa a jornada de quatro anos inspiradas pelo ambiente natural de seu lugar de origem, a Ilha de Santa Catarina. Escolher investigar o poder da abstração em trabalhos que versam sobre paisagens é simplesmente uma celebração do permanente e do efêmero, com base nas experiências emocionais e sensações instigantes despertadas pelo seu olhar.

QUADRICHROMIE 1978-1988, de Scott MacLeay, é uma obra captada durante os anos de 1980 em Paris e Nova York. O título reflete a evolução de seu trabalho analógico em cor realizado em Vancouver e Paris. O crítico de arte de Nova York, Allen Ellenzweig, descreve assim o universo criado por MacLeay: “Empregou câmera, modelos, cores e composições esparsas para criar imagens de tal precisão e graça que alcançam não o bombardeio do poema épico, mas o sussurro revelador por um haiku japonês”.

VIVA A VIDA, de Lauro Andrade, descreve suas viagens pelo mundo com um propósito singular: elas são autobiográficas. Constituem uma maneira de ganhar perspectivas valiosas em sua jornada pessoal. São espelhos e janelas que trazem clareza e profundidade aos seus pensamentos sobre o seu lugar no universo. A magia de Andrade é encontrada em sua capacidade de identificar e revelar significados onde aparentemente não há importância.

Viva a Vida, de Lauro Andrade

O quê: Exposição 3 x 3 = 1
Onde: Galeria Pedra (Casa Quatro Oito) – Rua João Henrique Gonçalves, 1.005, Canto dos Araçás
Visitação: de 15/03 a 30/03
Horário: de terças a sábados, das 18h às 22h
Entrada gratuita

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Pranchetas na parede

Prancheta é uma peça, digamos, vintage. E hoje ela é tão funcional quanto foi em outros tempos, porém, atuando em outras funções. Aqui, ela aparece na parede numa versão para exposição de fotografias. Boa ideia para montar uma image wall em casa. Uhuuuuu!

 

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