Ganhadores do Prêmio D.Catarina serão conhecidos nesta quinta-feira (9)

Os vencedores da 3ª edição do Prêmio D.Catarina, que valoriza o design de produto de Santa Catarina, serão conhecidos na quinta-feira (9), em uma cerimônia realizada a partir das 19h, no auditório do BRDE, na Capital.

A coleção Das Nuves, design de Rodrigo Brenner para a grife Das Catarinas (foto de abre deste post) está entre os finalistas.

Confira a lista dos finalistas.

Além de promover o design no Estado, a premiação busca fomentar o desenvolvimento da indústria criativa catarinense, fazer com as empresas do setor enxerguem o potencial que existe no design “made in SC” e invistam na cultura de inovação, incentivando e acreditando em novos talentos.

Foram ao todo 83 inscritos nesta edição do Prêmio D.Catarina.  Conceitos de aplicação do design ao desenvolvimento de produtos e sistemas; o atendimento de necessidades explicitadas pelo consumidor ou um novo comportamento do usuário; e a utilização de novas tecnologias no aperfeiçoamento do uso ou na fabricação do produto foram os critérios levados em conta.

As categorias de inscrição do Prêmio D.Catarina seguem a lista dos principais setores industriais do estado: Cerâmico; Eletrodomésticos e Eletroeletrônicos; Embalagem; Esporte (vestuário e equipamentos esportivos); Games, softwares, web e aplicativos; Moda (acessórios, calçados, vestuário, jóias lingerie, moda praia); Móveis (residenciais e comerciais); Superfície e Acabamentos; Têxtil; Transportes e mobilidade; Utilidades; Iluminação e Outros.

Mesa de Centro Mangue, design de Célio Teodorico, também está entre os finalistas do 3º Prêmio D.Catarina

O júri é formado pelos designers, Levi Girardi (QuesttoNo- SP/NYC); JaakoTamella (SP); Guto Requena (SP/Paris); Daniel Kraichete (RJ) e pela arquiteta/jornalista Winnie Bastian (Vogue /SP).

Os produtos ganhadores e os demais finalistas ficarão expostos no espaço cultural do BRDE, de 10 a 22 de novembro.

O Prêmio D.Catarina é uma realização do CDC (Centro Design Catarina). Nesta edição conta com patrocínio do BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul) e apoio da FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina).

SERVIÇO

Exposição dos premiados e finalistas
Quando: 10 a 22 de novembro de 2017 (de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h)
Local: Espaço Cultural BRDE – Avenida Hercílio Luz, 617 – Centro –Florianópolis
Entrada gratuita

 

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Por que não usar revestimento escuro na cozinha? Este tom de azul está um must

Pode ser mania, dizem que é mais fácil de limpar, por isso, ainda se usa muito revestimento claro na cozinha. Mas, sinceramente, sou fã das mudanças, gosto de experimentar o diferente, fugir um pouco do que parece ser tradicional. Sendo assim, fiquei encantada com esta novidade da Decortiles, em tom de azul escuro, um marinho repaginado.

E como na roupa com o pretinho básico que a gente quase nunca erra e fica elegante, por que não apostar em um tom mais nobre na cozinha? Revestimentos escuros também podem deixar o ambiente ainda mais elegante e convidativo. Por isso, a Decortiles indica a tendência do Smoky Blue em duas de suas linhas:  a Soho e a Flow.

Os lançamentos fazem um mergulho nas profundezas do azul. A cor representa a intensidade do tom, resgatando histórias, valores e tradições com percepções contemporâneas e sofisticadas.

Apaixonei! Que sonho de cozinha!

Soho destaca na superfície do porcelanato uma vibração urbana a partir da estética do cimento.

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Fotos Divulgação Decortiles

Flow (foto de abre deste post) mistura referências do passado e do presente com técnicas que remetem aos antigos efeitos de superfície da cerâmica artesanal, mesclados às linhas modernas e geométricas. Indo além do neutro, a coleção ganha uma cartela em Smoky Blue, uma referência a intensidade da cor.

*** Já viu o porcelanato que imita a madeira queimada? Conheça a coleção Blackwood aqui.

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Designer Ana Paula Castro cria linha de cobogós de concreto bruto

Divide e esconde, mas nunca por completo. Deixa a luz entrar, bem como o ar circular. Falo do cobogó, um elemento vazado, ícone da arquitetura brasileira e que cria um efeito todo especial quando usado nos projetos.

Aqui, apresento o trabalho da designer capixaba Ana Paula Castro, com a linha Ideias Concretas de cobogós conceituais feitos de cimento bruto.

Ana Paula Castro (foto 02)Designer Ana Paula Castro

A coleção autoral aparece em três versões:

Raízes

A artista criou uma trama em relevos, que se transpassam, formando uma ‘costura’, com efeito visual surpreendente. São quatro faces, com desenhos diferentes entre si. As peças podem ser unidas por qualquer um de seus lados. A junção cria formas dinâmicas, com a impressão de continuidade.

Cobogó Raízes - Ana Paula Castro (ambiente Casa Cor ES - detalhe)Ambiente Casa Cor ES

Cobogó Raízes - Ana Paula Castro (montagem)
Origami

Com apelo escultural, o Cobogó Origami explora volumes e proporções em figuras geométricas tridimensionais. O design confere ao concreto bruto uma leveza, que remete às dobraduras em papel.

Cobogó Origami - Ana Paula Castro (ambiente Casa Cor ES)Ambiente Casa Cor ES

Cobogó Origami - Ana Paula Castro (foto 02)

Listras

Essa criação aposta nos traços retos, com um design mais contemporâneo. O Cobogó Listras foi o escolhido pelo arquiteto Léo Shehtman, para um dos ambientes de maior repercussão na Casa Cor SP 2016. A partir da restauração de um vagão de trem de 1945, o profissional criou um lounge, no estilo Art Déco. Essa versão, além do concreto, conta também com a opção de madeira, pensada para os ambientes internos. As duas versões foram utilizadas no projeto do arquiteto.

Cobogó Listras - Ana Paula Castro (ambientação Mostra Artefacto - foto 01)Ambientação Mostra Artefacto com cobogó Listras
Cobogó Listras - Ana Paula Castro (Madeira - foto 01)
Cobogó Listras - Ana Paula Castro (ambiente Léo Shehtman - Casa Cor SP)Ambiente do arquiteto Léo Shehtman na Casa Cor SP 2016

Para saber mais, visite o blog da designer Ana Paula Castro aqui.
 

Sobre Ana Paula Castro:

A artista plástica e designer capixaba Ana Paula Castro é reconhecida pela criação de linhas autorais de peças assinadas. São esculturas, móveis e objetos de design, com tiragem limitada. Mesmo com a expertise em novas tecnologias, seu trabalho permanece fundamentado na tradição do trabalho manual. A natureza é tema recorrente em seu trabalho. Coerente com o posicionamento de seus temas, trabalha com materiais de baixo impacto ambiental como o aço – totalmente reciclável – e madeira de reflorestamento. Em 2010 a designer foi escolhida para desenvolver a escultura prêmio da VI Conferência Europeia das Cidades Sustentáveis, que ocorreu em Dunkerque, na França. No Brasil, participou da XVI Bienal do Design com o Porcelanato Trilhas, desenvolvido para a indústria Biancogrês. Sua Mesa Flor, produzida em madeira de reflorestamento certificada, foi Top Dez no Prêmio Green Best, em 2011. Recentemente, estreou na moda com a criação de estampas exclusivas para as três primeiras coleções da marca americana de beachwear estilista Sinesia Karol.

Fotos Divulgação

 

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