Iluminação escultural

beat 2Luminárias assinadas pelo designer Tom Dixon.

A coleção Beat Light (foto) traz quatro diferentes modelos de pendentes, confeccionados de forma artesanal. Destaque para o interior das peças, de latão envelhecido, que contrasta com o patinado preto na parte externa.

Outra peça do designer em evidência, atualmente, é a Mirror Ball (Bola Espelhada). A luminária mostra uma nova configuração com uma matriz de vários tamanhos de bolas, suportadas por um cabo de aço inoxidável robusto. Firmemente mantida no lugar, o modelo causa um visual escultural.

Tom Dixon tem no portfólio mais de 45 itens de iluminação e mobiliário. Os produtos são vendidos por meio de uma grande rede de distribuidores em mais de 52 países. A  grife ‘modernista’  lança novas coleções por ano em grandes eventos internacionais, como a Feira de Móveis de Milão, ICFF e a 100% Design de Londres.

Ambas são encontradas na Lumini.

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Intervenção urbana “simples assim”

 
 

babilonia-1

Foto Divulgação

 

 

 

babilonia-5

Foto Divulgação

 

 

 

Bom dia a todos os leitores deste blog que ainda desperta para a vida.

Achei na web e divido com vocês a produção do fotógrafo e artista plástico Felipe Morozini, de SP, muito bacana e que tem tudo a ver com os assuntos do “feito casulo”.

No início de outubro, ele e mais alguns amigos tentaram, mesmo que provisoriamente, mudar a cara “feia” do conhecido minhocão, no Centro da metrópole paulista. Flores gigantes foram pintadas no asfalto. O objetivo: deixar mais bonito aquele espaço.

Como explica o próprio Felipe Morozini “A intervenção urbana, chamada O Jardim Suspenso da Babilônia, que consiste em pintar milhares de flores gigantes no asfalto do minhocão, pensa também na auto-estima de quem habita a região.
Questiona o uso do espaço público, a dureza do concreto e do asfalto, o plano diretor de urbanização da cidade.
Uma vontade de tornar a cidade mais bonita.
Eleita a obra mais feia da cidade de São Paulo, o minhocão é fonte de inspiração para diversos artistas.
Mas porque flores?
Porque quando queremos deixar nossas casas mais bonitas, colocamos flores.
Simples assim. “

Este vídeo (link abaixo) mostra como é simples quando se tem força de vontade, disposição… postado no bubelgum.com, o vídeo mostra a transformação da via e o resultado “sensível” da intervenção… vale a pena:

http://www.babelgum.com/4003990/suspended-garden-babylon.html

Por Jana Hoffmann

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Intervenção urbana “simples assim”

 
 

babilonia-1
Foto Divulgação

 

 

 

babilonia-5
Foto Divulgação

 

 

 

Bom dia a todos os leitores deste blog que ainda desperta para a vida.

Achei na web e divido com vocês a produção do fotógrafo e artista plástico Felipe Morozini, de SP, muito bacana e que tem tudo a ver com os assuntos do “feito casulo”.

No início de outubro, ele e mais alguns amigos tentaram, mesmo que provisoriamente, mudar a cara “feia” do conhecido minhocão, no Centro da metrópole paulista. Flores gigantes foram pintadas no asfalto. O objetivo: deixar mais bonito aquele espaço.

Como explica o próprio Felipe Morozini “A intervenção urbana, chamada O Jardim Suspenso da Babilônia, que consiste em pintar milhares de flores gigantes no asfalto do minhocão, pensa também na auto-estima de quem habita a região.
Questiona o uso do espaço público, a dureza do concreto e do asfalto, o plano diretor de urbanização da cidade.
Uma vontade de tornar a cidade mais bonita.
Eleita a obra mais feia da cidade de São Paulo, o minhocão é fonte de inspiração para diversos artistas.
Mas porque flores?
Porque quando queremos deixar nossas casas mais bonitas, colocamos flores.
Simples assim. “

Este vídeo (link abaixo) mostra como é simples quando se tem força de vontade, disposição… postado no bubelgum.com, o vídeo mostra a transformação da via e o resultado “sensível” da intervenção… vale a pena:

http://www.babelgum.com/4003990/suspended-garden-babylon.html

Por Jana Hoffmann

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