PETwork da Casa da Feijó

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Não pensem que escrevi errado. É PETwork mesmo, e não patchwork.

Nas horas de lazer ou de descanso, a jornalista Márcia Feijó costura. Sim, além de mãe dedicadíssima de dois filhos lindos, casada, ela é também uma mulher superprendada.

Produzidas com a técnica de unir retalhos, daí o nome patchwork, as peças são feitas uma a uma, hand made, e têm acabamento ‘supimpa’. Marcinha, inclusive, é quem escolhe e compra os tecidos, muitos disponíveis apenas no mercado virtual.

Esperta como ela e sortudas como eu, Márcia divulgou entre as colegas de profissão – todas apaixonadas por seus bichos de estimação – que tinha tecidos com estampas de cachorrinho, gatinho, macaquinho, ovelhinha e por aí vai… bastou escolher e olha o resultado.

As almofadas PETwork são apenas alguns itens da produção da jornalista-artesã. Sabe divulgar e costurar, não necessariamente nesta ordem.

O negócio tem dado tão certo que ela decidiu criar um blog para expor suas criações e, claro, comercializá-las.

Não vou mentir! É difícil resistir às almofadas. Por isso, se você também adora mimar seu PET e quer personalizar a decoração da sua casa ou o “loft do seu animalzinho de estimação”, vale a dica.

Confira o blog www.casadafeijo.blogspot.com

Ah, lembrando que os motivos da produção são variados, vão além do segmento PET. (rsrsrsrs)

loft da naza

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Iluminação escultural

beat 2Luminárias assinadas pelo designer Tom Dixon.

A coleção Beat Light (foto) traz quatro diferentes modelos de pendentes, confeccionados de forma artesanal. Destaque para o interior das peças, de latão envelhecido, que contrasta com o patinado preto na parte externa.

Outra peça do designer em evidência, atualmente, é a Mirror Ball (Bola Espelhada). A luminária mostra uma nova configuração com uma matriz de vários tamanhos de bolas, suportadas por um cabo de aço inoxidável robusto. Firmemente mantida no lugar, o modelo causa um visual escultural.

Tom Dixon tem no portfólio mais de 45 itens de iluminação e mobiliário. Os produtos são vendidos por meio de uma grande rede de distribuidores em mais de 52 países. A  grife ‘modernista’  lança novas coleções por ano em grandes eventos internacionais, como a Feira de Móveis de Milão, ICFF e a 100% Design de Londres.

Ambas são encontradas na Lumini.

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Intervenção urbana “simples assim”

 
 

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Foto Divulgação

 

 

 

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Foto Divulgação

 

 

 

Bom dia a todos os leitores deste blog que ainda desperta para a vida.

Achei na web e divido com vocês a produção do fotógrafo e artista plástico Felipe Morozini, de SP, muito bacana e que tem tudo a ver com os assuntos do “feito casulo”.

No início de outubro, ele e mais alguns amigos tentaram, mesmo que provisoriamente, mudar a cara “feia” do conhecido minhocão, no Centro da metrópole paulista. Flores gigantes foram pintadas no asfalto. O objetivo: deixar mais bonito aquele espaço.

Como explica o próprio Felipe Morozini “A intervenção urbana, chamada O Jardim Suspenso da Babilônia, que consiste em pintar milhares de flores gigantes no asfalto do minhocão, pensa também na auto-estima de quem habita a região.
Questiona o uso do espaço público, a dureza do concreto e do asfalto, o plano diretor de urbanização da cidade.
Uma vontade de tornar a cidade mais bonita.
Eleita a obra mais feia da cidade de São Paulo, o minhocão é fonte de inspiração para diversos artistas.
Mas porque flores?
Porque quando queremos deixar nossas casas mais bonitas, colocamos flores.
Simples assim. “

Este vídeo (link abaixo) mostra como é simples quando se tem força de vontade, disposição… postado no bubelgum.com, o vídeo mostra a transformação da via e o resultado “sensível” da intervenção… vale a pena:

http://www.babelgum.com/4003990/suspended-garden-babylon.html

Por Jana Hoffmann

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