Galeria Pedra em Florianópolis recebe exposição de fotografias intitulada 3×3=1

Para comemorar o lançamento de três livros, de três artistas diferentes e complementares sobre três assuntos que envolvem a fotografia, a Galeria Pedra (localizada na Casa Quatro) recebe a exposição 3 x 3 = 1, em Florianópolis. 

Os títulos, recentemente publicados pelo Creative Process, do canadense Scott MacLeay, apresentam os trabalhos dos fotógrafos de novas mídias: Quadrichromie 1978-1988, do próprio Scott MacLeay; Metamorphosis 2013-2017, de Marco Giacomelli (foto de abre deste post), e Viva a Vida, de Lauro Andrade.

A mostra abre no próximo dia 15 de março. No total, serão 11 fotografias expostas e uma instalação.

Quadrichromie 1978-1988, Scott MacLeay

Mestre em Economia pela London School of Economics, Scott deixou o doutorado para seguir carreira em Vancouver, Canadá, em meados dos anos de 1970. Viveu na França e trabalhou em Paris e Nova York por 30 anos, antes de se mudar para Florianópolis, em 2010. Desde então, dedica-se à fotografia autoral, vídeo-arte e criações de novas mídias, além de continuar sua paixão por compartilhar experiências por meio do ensino.

“Durante minha carreira, nunca me interessei em publicar livros meus. Sempre me concentrei em produzir novos trabalhos para exibição. Depois de 40 anos produzindo nas áreas de fotografia, novas mídias e música, o tempo parecia certo para dar uma olhada no material que criei. Tive distância e habilidade suficientes para poder vê-lo sob uma nova perspectiva”, diz Scott, que também é o curador dos livros e da exposição.

A mostra segue em cartaz até 30 de março. Em seguida, no dia 11 de abril, a Galeria Pedra recebe Introspecções, da artista e fotógrafa Juliana Stringhini Ruchita.

Quadrichromie 1978-1988, Scott MacLeay

Sobre as obras

METAMORPHOSIS 2013-2017,de Marco Giacomelli, representa a jornada de quatro anos inspiradas pelo ambiente natural de seu lugar de origem, a Ilha de Santa Catarina. Escolher investigar o poder da abstração em trabalhos que versam sobre paisagens é simplesmente uma celebração do permanente e do efêmero, com base nas experiências emocionais e sensações instigantes despertadas pelo seu olhar.

QUADRICHROMIE 1978-1988, de Scott MacLeay, é uma obra captada durante os anos de 1980 em Paris e Nova York. O título reflete a evolução de seu trabalho analógico em cor realizado em Vancouver e Paris. O crítico de arte de Nova York, Allen Ellenzweig, descreve assim o universo criado por MacLeay: “Empregou câmera, modelos, cores e composições esparsas para criar imagens de tal precisão e graça que alcançam não o bombardeio do poema épico, mas o sussurro revelador por um haiku japonês”.

VIVA A VIDA, de Lauro Andrade, descreve suas viagens pelo mundo com um propósito singular: elas são autobiográficas. Constituem uma maneira de ganhar perspectivas valiosas em sua jornada pessoal. São espelhos e janelas que trazem clareza e profundidade aos seus pensamentos sobre o seu lugar no universo. A magia de Andrade é encontrada em sua capacidade de identificar e revelar significados onde aparentemente não há importância.

Viva a Vida, de Lauro Andrade

O quê: Exposição 3 x 3 = 1
Onde: Galeria Pedra (Casa Quatro Oito) – Rua João Henrique Gonçalves, 1.005, Canto dos Araçás
Visitação: de 15/03 a 30/03
Horário: de terças a sábados, das 18h às 22h
Entrada gratuita

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Everton Rosa em Florianópolis

Rô, Everton Rosa e euzinha

Eis o homem casamenteiro: o fotógrafo Everton Rosa. Diretamente de São Paulo, onde acabou de participar do Casar 2010, o catarinense que vive no Rio Grande do Sul, deu um rasante pela Ilha da Magia (Florianópolis) e lançou seu encanto. Talentoso, simpático e com muito estilo, não só ele brilha, como aqueles que estão no seu entorno. Aliás, como ele mesmo diz: “o sentimento é para todos.”

Nos últimos anos Everton é notícia e gera notícia. Mais do que o simples ato de fotografar, ele transforma simples momentos em puro prazer e, melhor, torna-os eternos. É um profissional de muitos olhares!

Quer tirar suas próprias conclusões? Então espie o site www.evertonrosa.com.br e visite o blog Street Wedding, marca registrada do fotógrafo. Os vídeo são uma ‘teteia’. Deixo por sua conta, mas dou meus pitacos: Cambará do Sul, Aeroclube, Viena e Porto Alegre estão entre os preferidos desta jornalista.

Por Jana Hoffmann

 

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Exposição Walter Firmo em Preto e Branco

A Fundação Cultural Badesc abre nesta quarta-feira, 19 de maio, às 19h30, a exposição Walter Firmo em Preto e Branco. A mostra faz parte do Festival de Fotografia Floripa na Foto 2010 e tem curadoria do próprio Firmo a partir da sua experiência fotográfica com os textos de Guimarães Rosa, abordando o ambiente do sertão. São 20 imagens que idealizam o sentido sertanejo do fotógrafo.

Walter Firmo ministra oficina no festival e participa da abertura da exposição na Fundação Cultural Badesc. Para Lucila Horn, coordenadora do Festival de Fotografia Floripa na Foto 2010, Firmo exibe nesta exposição “as suas traduções fotográficas, livres da ação nervosa no ato de escrever, mas, idealizadas na ação do fotógrafo que cria e recria outros conteúdos através da imaginação.”

 O QUÊ: Exposição Walter Firmo em Preto e Branco.

QUANDO: Abertura dia 19 (quarta-feira), às 19h30. Visitação até 18 de junho, de segunda a sexta, das 12h às 19h.

ONDE: Fundação Cultural Badesc. Rua Visconde de Ouro Preto, 216, Centro, Florianópolis, fone (48) 3224-8846.

QUANTO: Entrada gratuita.

 

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Intervenção urbana “simples assim”

 
 

babilonia-1
Foto Divulgação

 

 

 

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Foto Divulgação

 

 

 

Bom dia a todos os leitores deste blog que ainda desperta para a vida.

Achei na web e divido com vocês a produção do fotógrafo e artista plástico Felipe Morozini, de SP, muito bacana e que tem tudo a ver com os assuntos do “feito casulo”.

No início de outubro, ele e mais alguns amigos tentaram, mesmo que provisoriamente, mudar a cara “feia” do conhecido minhocão, no Centro da metrópole paulista. Flores gigantes foram pintadas no asfalto. O objetivo: deixar mais bonito aquele espaço.

Como explica o próprio Felipe Morozini “A intervenção urbana, chamada O Jardim Suspenso da Babilônia, que consiste em pintar milhares de flores gigantes no asfalto do minhocão, pensa também na auto-estima de quem habita a região.
Questiona o uso do espaço público, a dureza do concreto e do asfalto, o plano diretor de urbanização da cidade.
Uma vontade de tornar a cidade mais bonita.
Eleita a obra mais feia da cidade de São Paulo, o minhocão é fonte de inspiração para diversos artistas.
Mas porque flores?
Porque quando queremos deixar nossas casas mais bonitas, colocamos flores.
Simples assim. “

Este vídeo (link abaixo) mostra como é simples quando se tem força de vontade, disposição… postado no bubelgum.com, o vídeo mostra a transformação da via e o resultado “sensível” da intervenção… vale a pena:

http://www.babelgum.com/4003990/suspended-garden-babylon.html

Por Jana Hoffmann

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